P. maximum cv. BRS Quênia

Utilização

Pastoreiro D.

Fenação

Altura de Corte:

1,5 m

Indicação

B. Corte

Nome cientifico: Panicum maximum cv. BRS Quênia HÍBRIDO
Fertilidade do solo: alta
Forma de crescimento: cespitoso
Altura: 1,2 a 1,5 m
Utilização: pastoreio direto, fenação
Digestibilidade: excelente
Palatabilidade: excelente
Precipitação pluviométrica: acima de 800 mm anuais
Tolerância à seca: média
Tolerância ao frio: média / alta
Teor de proteína da matéria seca: 11 a 13%
Profundidade da semeadura: 1 a 2 cm
Ciclo vegetativo: perene
Produção de forragem: 15 a 18 t. ms/ha/ano
Pontos de vc/ha: 300 – 450

A BRS Quênia é o segundo híbrido de Panicum maximum desenvolvido pela Embrapa Gado de Corte e parceiros e vem para o mercado para suprir uma demanda por uma cultivar produtiva e de excelente qualidade, de porte intermediário, com folhas macias e colmos tenros, alto perfilhamento e de fácil manejo. Nos ensaios regionais nos estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, a cv. BRS Quênia apresentou bom desempenho agronômico e produtividade, com alta adaptação em todos os locais avaliados. Na avaliação sob pastejo no Acre e em Mato Grosso do Sul, a cultivar avaliada apresentou maior ganho em peso individual e por área que as cultivares Tanzânia e Mombaça. Esta cultivar apresenta arquitetura de planta que resulta em altos níveis de ganho de peso por animal e proporciona facilidade de manejo, por manter baixo alongamento dos colmos, característica que a diferencia entre todas as cultivares comerciais de porte médio a alto.

A cv. BRS Quênia terá impacto em toda a cadeia produtiva, desde os pecuaristas, os produtores de sementes e o mercado da carne. O mercado de sementes também é favorecido pela exportação das sementes a todos os países da América Central. Sua inserção produtiva é devido a intensificação da exploração bovina e aumento na produtividade animal, que reduz a demanda de abertura de novas áreas de pastagens, disponibiliza área para outros fins agrícolas, aumenta a rentabilidade por hectare, contribui para o incremento de renda do produtor rural, dos atores envolvidos nas cadeias produtivas pecuárias e da sociedade em geral, além de contribuir para o aumento da exportação de produtos de origem animal de alta qualidade, seguros e certificados. A redução da pobreza rural é também devido ao incremento da oferta de proteína animal (carne, leite e derivados) do Brasil e do mundo tropical, mantendo ou reduzindo preços ao consumidor e complementando a dieta, beneficiando toda a sociedade.